Auditoria Financeira

Auditoria Financeira

 

De nada adiantam belíssimos relatórios financeiros, cheios de gráficos coloridos, se os seus valores não foram auditados.

 

A auditoria financeira contribui com a fidedignidade das informações financeiras das empresas e a sua execução ocorre através da aplicação de procedimentos técnicos específicos, os quais têm por objetivo, verificar/analisar a consistência de valores e os seus controles internos, assegurar fidelidade aos registros contábeis, preservar  a empresa de eventuais fraudes ou desvios, principalmente em  suas áreas de Tesouraria (Caixa, Bancos e Aplicações Financeiras), Contas a Receber e a Pagar.
 

 

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Principais Objetivos da Auditoria Financeira

 

 

  • saldos registrados no boletim de caixa, nos extratos bancários e no razão contábil devem corresponder efetivamente aos          

     valores físicos existentes;

 

  • valores existentes no caixa, nos bancos e em aplicações financeiras devem estar sendo utilizados da maneira como deveriam;

 

  • saldos contábeis e de controles internos referentes aos (clientes a receber) devem refletir a posição real dos títulos em   

      aberto;

 

  • saldos contábeis e de controles internos referentes aos (fornecedores) devem refletir a posição real dos títulos em aberto;

 

  • controles internos existentes no departamento financeiro devem proporcionar segurança suficiente para reduzir ou evitar a

     possibilidade de fraudes e irregularidades.​

 

Etapas da Auditoria Financeira

 

1. Mapeamento de Processos

Aqui são identificados todos os processos existentes no financeiro, tais como o pagamento de fornecedores, baixa de inadimplentes, conciliações, transferências bancárias, dentre outros, e transformá-los em fluxos ou mapas das tarefas desempenhadas.

 

2. Identificação dos Riscos

Nesta etapa é realizada uma análise minuciosa da cada tarefa onde são identificados os riscos existentes em cada um dos processos analisados, tais como pagamentos em duplicidade, baixas indevidas, pagamentos a fornecedores fictícios, etc.

 

3. Identificação dos Controles Internos

Conhecidos os riscos, é necessário identificar os controles internos existentes, tais como relatórios, planilhas, contratos, assinaturas, aprovações, sistemas, carimbos, baixas, conciliações, revisões, etc., objetivando minimizar os riscos verificados.

 

4. Teste nos Controles Internos

Esta etapa objetiva a verificação do qual o nível de segurança destes controles internos na minimização dos riscos que foram identificados. Aqui são utilizadas técnicas de auditoria tais como exame físico, observação, inquérito (questionar), validação, cálculos, dentre outros, com o objetivo de verificar se o processo está sendo seguido e qual o nível de segurança do mesmo.

 

5. Obtenção das Evidências de Auditoria

Aplicadas as técnicas e procedimentos de auditoria, pode-se obter indícios de que determinado processo está sendo seguido ou não.

As divergências serão relatadas e no caso da constatação da falta ou deficiência de algum controle interno, será recomendada a implementação.